Reprodução

Os anfíbios são animais de sexos separados e geralmente com dimorfismo sexual. O tipo de reprodução dos anfíbios é outra características que os mantêm dependentes da água. Os ovos não têm casca, apresentam apenas um envoltório gelatinoso, assim, eles só se mantêm viáveis em meio aquático. A fecundação é externa; os machos, em cópula, despejam seu líquido seminal sobre um cordão gelatinoso que envolve os óvulos á medida que eles saem da cloaca da fêmea.

Uma vez fecundados, os ovos recebem diferentes cuidados. Dependendo da espécie, eles se desenvolvem no interior dos sacos vocais, em reentrâncias da pele dorsal, enrolados nas pernas ou simplesmente  enovelados, aos milhões, em plantas aquáticas. Em pouco tempo surgem as larvas (desenvolvimento indireto), que nos anuros são chamados de girinos. Estes sofrem metamorfose para chegar à forma dos adultos. A primeira modificação marcante é o aparecimento das pernas posteriores. Em seguida, amplia-se a boca, atrofiam-se as brânquias, surgem as pernas anteriores, menores, e acentua-se a regressão da cauda, que desaparece rapidamente. As substâncias da cauda são reabsorvidas e reaproveitadas para a sequência do desenvolvimento.

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