Histologia

Histologia (do grego hystos = tecido + logos = estudo) é o estudo dos tecidos biológicos de animais e plantas, sua formação, estrutura e função. É uma importante disciplina das áreas de ciências biológicas e da saúde em Biologia, ela ainda pode ser conceitualmente dividida em Histologia Animal, com enfoque em animais, Histologia Humana, com enfoque em seres humanos, Histologia Vegetal, com enfoque em plantas, dentre outras.

A Histologia desenvolveu-se após a invenção do microscópio óptico. Posteriormente, com o desenvolvimento do microscópio eletrônico, entre de outros instrumentos para visualização dos tecidos, e de técnicas, por exemplo cultura de células, permitiram um grande avanço na área.

Histologia

O método mais comum para estudar os tecidos é realizado por meio da preparação de lâminas histológicas. Resumidamente, tal preparação envolve processos físicos e químicos de corte, fixação, desidratação, diafazinação e coloração, os quais envolvem diversos instrumentos e compostos químicos.

Nasceu com os primeiros estudiosos que se utilizaram do microscópio: Robert Hook, Malpighi, Graw, Ham, Fontana e outros; muito antes que Meyer, em 1819, desse esse nome à ciência que descreve os tecidos dos animais e dos vegetais. O termo tecido foi, contudo, introduzido por Xavier Bichat.

A observação de tecidos ao microscópio óptico é feita por transparência. É necessário que o tecido seja submetido a cortes finíssimos, através da sua inclusão num bloco de parafina, para ser cortado num micrótomo. Depois de cortado, retirada a parafina e colocado numa lâmina, o corte é fixado (para não se deteriorar) e corado. É comum a utilização de corantes que destacam determinadas partes das células (como o azul de metileno e o iodo). Essas lâminas então podem ser finalmente observadas ao microscópio óptico. Esses métodos histológicos são geralmente utilizados para a observação de tecidos animais.

Os desenvolvimentos recentes na área da microscopia electrónica, a imunofluorescência e o corte por congelação permitiram um enorme avanço nesse ramo científico. Com essas novas técnicas, a aparência dos tecidos pode ser examinada, permitindo a comparação entre tecidos saudáveis e doentes, o que é bastante importante para a eficiência dos diagnósticos e prognósticos clínicos.

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